Cortaram a fita vermelha: foi dada a largada para o Rock in Rio 2017. O fundador e presidente do festival, Roberto Medina, abriu os trabalhos em uma coletiva de imprensa que antecedeu a abertura dos portões para o Preview. Diante do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, e de dezenas de jornalistas, Medina ressaltou o compromisso do evento para além das grades da nova Cidade do Rock.

- É muito duro você ver uma cidade que é capaz de produzir uma olimpíada como a que foi feita aqui, que mudou o astral do Brasil, ou que é capaz de fazer um Rock in Rio, ou um carnaval, que é o maior evento do mundo, e ver que a gente está triste, acanhado, sofrendo. Não é possível ser assim. Nós podemos e vamos dar a volta por cima - disse o empresário.

O tom é de esperança, de união por um mundo melhor. Ou, nas palavras de Roberta Medina, vice-presidente executiva do Rock in Rio, de "cuidado e respeito com o próximo". Prova disso são algumas novidades desta edição, como o Coral do Rei, formado por refugiados do Congo e de Angola que se apresentarão na Rock Street. 

- A gente acredita em um mundo melhor e a gente faz um mundo melhor - afirmou Roberta. 

Antes de encerrar a coletiva, Roberto Medina entregou uma espécie de chave da Cidade do Rock - uma guitarra, na verdade -, para o prefeito Marcelo Crivella, que corroborou o sentimento de esperança que marca essa edição.

- Eu tenho certeza que quando essa juventude linda se reunir nessa Cidade do Rock e for contagiada por esse esforço, por essa criatividade, por esse talento de tantos músicos, artistas, e sobretudo pela capacidade do Medina de amar essa cidade, o Rio de Janeiro vai ser muito melhor - sentenciou o prefeito.